Anteriormente, seis departamentos, incluindo o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, emitiram conjuntamente as "Medidas Provisórias para a Reciclagem e Aproveitamento Integral de Baterias de Energia Usadas de Veículos de Nova Energia" (doravante designadas como "Medidas de Gestão"), que entrarão oficialmente em vigor em 1 de abril de 2026. Um dos aspetos mais notáveis das novas regulamentações é a clarificação de que o requisito de "desativação integrada do veículo e da bateria" não se aplica a modelos de carros com troca de bateria. Embora isto possa parecer uma exceção técnica, na realidade destaca o valor único do modelo de troca de bateria na criação de um sistema verde e de ciclo fechado ao longo de todo o ciclo de vida dos VNE.
Uma das disposições centrais das "Medidas de Gestão" é que os VNE devem ser desativados com as suas baterias de energia intactas. Se a bateria de energia estiver em falta no momento da desativação, o veículo será considerado incompleto e o processo de desativação não poderá ser concluído normalmente. A intenção original desta disposição é evitar que as baterias de energia de veículos desativados entrem em mercados paralelos, reforçando assim o controlo sobre os recursos de metais escassos e melhorando a proteção ambiental.
Para os modelos de carros que adotam o modelo de troca de bateria, a política prevê uma consideração especial. Nos modelos de troca de bateria, o veículo e a bateria são inerentemente separados. A gestão da saúde da bateria e, por fim, a reciclagem ambientalmente correta são da responsabilidade da empresa. Os utilizadores apenas precisam de utilizar o veículo normalmente, sem se preocuparem com a reciclagem da bateria. Esta "exceção" não é um meio de fugir à regulamentação, mas sim decorre do facto de o modelo de troca de bateria estabelecer inerentemente um percurso de circulação de baterias mais claro e facilmente regulamentado.
As empresas devem clarificar o valor económico da reciclagem e enfatizar a fase final da cadeia de valor dos VNE — a reciclagem e o aproveitamento. Isto revela uma tendência importante: a competição no setor dos VNE mudou da primeira metade, focada na autonomia e na inteligência, para a segunda metade, que enfatiza a eficiência do reabastecimento, os custos do ciclo de vida e a compatibilidade ambiental.



